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A Família (2013)

Direcao: Luc Besson
Roteiro: Luc Besson e Michael Caleo baseado em livro de Tonino Benacquista
País: EUA / França

"Desculpa, eu não falo françês."

Drinking Buddies (2013)

Direção: Joe Swanberg
Roteiro: Joe Swanberg
País: EUA

Literalmente um filme só sobre dois casais que bebem bastante. Obviamente, o cara do casal A começa a gostar da guria do casal B, etc.

É estranho que não tem tantas discussões e DR nesse filme. O que às vezes é algo bom, mas nesse caso é ruim, porque não é realista. Outra coisa é que, e não estou falando isso apenas porque Olivia Wilde e Anna Kendrick são bonitas, não tem sexo o suficiente. Fala sério, casais jovens e bonitos que não transam (tanto)? Drinking Buddies é mais sobre tensão sexual e expectativas decepcionantes do que sobre romance e drama.

E eu gosto do Ron Livingston, mas ele não combia nem um pouco com o resto do elenco.

Nota 5

Julho, Agosto, Setembro, Outubro POST 2

Moving on...

30 Minutes Or Less

Eh... Eu estava esperando uma boa comédia, por causa desses três da esquerda aí do cartaz. Mas as piadas são fracas. Aziz Ansari e Danny McBride decepcionam, Jesse Eisenberg tá legal porque, pelo menos no começo do filme, ele faz papel de um badass.

Enfim, só recomendo se for muito fã de algum dos três. Caso contrário, não vale a pena. Also, vale lembrar que a ideia do filme é baseada numa história real (dupla de criminosos plantam uma bomba num entregar de pizza e mandam ele assaltar um banco em menos de 30 minutos). Não vou falar o que acontece em cada história, mas só digo que no filme acontece diferente.

Nota 5.8

Our Idiot Brother

Logicamente, vi o filme pelo elenco. Paul Rudd, Elizabeth Banks, Zooey Deschanel, Emily Mortimer e Rashida Jones. Gosto de todos. E o trailer parecia engraçado o suficiente. Decepcionei-me um pouco (não tanto quanto no filme de cima). 

Rudd é o irmão maconheiro da família que vai preso e, de repente, precisa da ajuda das irmãs. Que, claro, têm as suas vidas e não querem ajudar um "peso morto." Lições de moral, reavaliação de valores, etc. Surpreendi-me com a Banks, ela está mais amor do que o normal.

As piadas são OK e o Rudd ficou divertido. Por sinal, a Zooey faz um casal com a Rashida, então... Se isso lhe interessa, fica a dica.

Nota 6

Cowboys & Aliens

Filme OK. Você já viu o trailer então já sabe sobre o que é.

Daniel Craig faz o típico badass e Harrison Ford faz o típico manly man. Olivia Wilde, AQUELA LINDA, um dos principais motivos que me fez ver o Cowboys & Aliens, está decente. 

O suspense assusta, a ação funciona mas a proposta é bem mais fodona do que o resultado final. De qualquer forma, é massa e diverte.

Nota 7

Julho, Agosto, Setembro, Outubro POST 1

Então, como tenho enrolado muito pra postar aqui, e não tenho o que falar sobre os filmes que vi faz tempo, vou fazer uma série de posts grandes comentando tudo que vi nos últimos meses (que ainda não foi postado aqui). Depois disso, com sorte, volto aos posts normais.


Midnight in Paris

 Divertido! A ideia do filme é clássica. Todo mundo que eu conheço já pensou alguma vez na vida "queria ter nascido há algumas décadas atrás." A gente olha pra juventude de hoje e pensa "antigamente, sim, os jovens sabiam viver!". Eu gosto da atualidade, mas adoraria ter vivido nos anos 60, 70 ou 80. Talvez até antes.

Enfim, em Midnight in Paris, Owen Wilson faz o papel de um escritor, que está na França com Rachel McAdams, sua parceira. Owen é apaixonado pela capital francesa mas mais pela sua história do que qualquer coisa. "Imagina os anos 20 aqui em Paris!", ele pensa o tempo inteiro. Então, numa noite aleatória, ele resolve festejar com uns estranhos e, boom, viagem no tempo. Ele de repente se encontra nos anos 20. E lá encontra todo tipo de pessoa famosa que admira (Hemingway, Dali, Picasso, Buñuel, T.S. Eliot, Gauguin...). É, só citando essa lista já deu vontade de ir pros anos 20. Ele conhece também Marion Cotillard (AQUELA LINDA) e ela traz uma questão pertinente ao filme. Talvez quem viveu os anos 20, por exemplo, tenha detestado a década. Talvez eles queriam ter nascido alguns anos atrás, porque afinal, the grass is always greener on the other side.

Nota 7.7


 Crazy, Stupid, Love

 Amor! Esse filme eu queria ver faz meses antes de ser lançado, principalmente pelo elenco. Steve Carrell, Julianne Moore, Emma Stone e Ryan Gosling. Semanas antes da estreia, aqui em Toronto, este cartaz maravilhoso estava em todos os lugares. Como não amar?!

Steve Carrell e Julianne Moore estão com problemas no casamento. Ryan Gosling é o bonitão que só pensa em sexo. Até que ele se apaixona por Emma Stone (dá pra culpá-lo?). E o filme também lida com amor adolescente, apaixonar-se por alguém mais velho e tudo mais. Duas cenas em particular são lindas (a noite de Emma e Ryan e a ligação da Julianne pro Steve).

Nota 8.4

One Day

 Meh...

O cartaz é bonito e a ideia é legal, mas é só isso.

Anne Hathaway (essa linda) e Jim Sturgess se conheceram no último dia de faculdade e a partir de então começaram uma relação interessante.

Todo ano, no mesmo dia, eles conversam. O problema é que, ano após ano, fica tudo muito chato. Fica naquele "vão ou não vão?" e mesmo quando a resposta está clara, não tem quase nada acontecendo no fundo do filme. Jim ficou bem mas o sotaque da Anne tá forçado. Em geral, fraquinho.

Nota 5.5

O Livro de Eli (2010)

Título Original: The Book of Eli
Direção: Albert e Allen Hughes
Roteiro: Gary Whitta
País: EUA

Não gosto de falar muito sobre filme que não gostei, então serei breve.

Denzel Washigton. Gary Oldman. Mila Kunis. Pós-apocalipse. E A BÍBLIA.

Resumi o filme. Não vejam, se quiserem distopia boa e recente, assistam A Estrada.


Nota 5

Robin Hood (2010)

Título Original: Robin Hood
Direção: Ridley Scott
Roteiro: Brian Helgeland
País: EUA / UK

*boceja*

Pontos bons: Mostra a origem de Robin Hood e não o que ele fez. Ação legal. Um ou dois diálogos. Cate Blanchett tsundere.

Pontos ruins: Todo o resto. Chato demais.


Nota 5.4

O Lobisomen (2010)

Título Original: The Wolfman
Direção: Joe Johnston
Roteiro: Andrew Kevin Walker e David Self
País: UK / EUA

Novo Benicio Del Toro e Anthony Hopkins que de quebra ainda tem Hugo Weaving e Emily Blunt? É óbvio que eu iria ver.

Emily Blunt é casada com um cara. Uma criatura bizarra tem matado os moradores da vila. O marido dela morre. Benicio Del Toro, irmão dele, então volta pra família. Mas ele é mordido. Meh, O Lobisomen é um filme decente sobre eles, I suppose. Tem uma cenas de ação bem legais. Mas saí bem decepcionado do filme. Pensem Drácula de Bram Stoker sobre lobisomens e bem pior.

Nota 5.9

Um Olhar do Paraíso (2009)

Título Original: The Lovely Bones
Direção: Peter Jackson
Roteiro: Fran Walsh e Philippa Boyens baseado em livro de Alice Sebold
País: EUA / UK / Nova Zelândia


Mais uma prova de que cineasta bom não faz sempre filme bom. Bem, o filme é baseado num livro, então suponho que a culpa não seja do Peter Jackson..

Um Olhar do Paraíso fala de Susie, uma garotinha de 14 anos que é brutalmente assassinada pelo seu vizinho. A partir daí, ela vira um espírito errante pelos mundos e assiste de camarote tudo que acontece com sua família e o seu assassino. Então ela precisa se decidir entre tentar a vingança contra o cara ou esperar que sua família melhore da perda. Ah, e ela também auxilia uns amigos, digamos, a encontrarem o seu corpo sumido.

Meh, tudo bem, essa sinopse não parece tão horrível assim. Mas o filme é forçado e chato. Esse tal in-between, lugar onde Susie está, é uma espécie de paraíso (daí o nome do filme), que tem tudo que ela gosta e é muito, muito bonito. E totalmente fantasioso, rosas brotam em baixo de rios congelados e por aí vai. Era pra ajudar na estética do filme, mas não quebrou o galho pra mim. É muito artificial e WTF.

Recomendo Um Olhar do Paraíso só para fãs do Stanley Tucci (ele ficou legal de vilão), Saoirse Ronan (a loirinha de Desejo e Reparação) e Rachel Weisz (linda, dispensa comentários).


Nota 5.2

A Mulher Invisível (2009)

Título Original: A Mulher Invisível
Direção: Cláudio Torres
Roteiro: Cláudio Torres
País: Brasil


Sigh..

Selton Mello faz um personagem dolorosamente normal e completamente apaixonado pela mulher até o dia que ela o deixa pra sempre. Depois de três meses sem sair de casa, ele começa a imaginar que a Luana Piovani é a nova vizinha dele e então eles começam a ter uma "relação." Ele fica feliz novamente e assim se sente bem para ir ao mundo real. Porém, com os elogios intermináveis de Selton sobre a sua nova namorada para os amigos, as pessoas começam a desconfiar. Aí ele mesmo começa a suspeitar que a Luana não é real e tudo mais.

O filme é chato. Dá pra rir. O que dá destaque ao filme, supostamente, é quando ele finalmente resolve sair para o mundo com a "mulher." E aí todo mundo vê ele sozinho mas como se estivesse com alguém. É absurdamente ridículo e patético e por isso engraçado. Isso faz o seu papel. Mas de resto, A Mulher Invisível é chatinho.

Nota 5.9

Duplicidade (2009)


Título Original: Duplicity
Direção: Tony Gilroy
Roteiro: Tony Gilroy
País: EUA/Alemanha


Eh..

Clive Owen e Julia Roberts são agentes secretos mas de agências diferentes. E ambos tem o mesmo objetivo: conseguir a fórmula para um troço lá. Naturalmente, durante o processo, eles acabam se conhecendo, transam e bolam um plano de fuga que os deixaria ricos. E Duplicidade é sobre isso.

O filme tem cenas bem tensas e o final é a melhor parte. Mas é genérico e te deixa com um ar de "meh, não foi tão ruim assim." Isso nunca é bom.


Nota 5.9

Transformers - A Vingança Dos Derrotados (2009)

Título Original: Transformers: Revenge of the Fallen
Direção: Michael Bay
Roteiro: Ehren Kruger e Roberto Orci
País: EUA


Meeehhhh. Lembrem-me de novo: por que eu vi esse filme mesmo?

Chatíssimo. O filme não pára um segundo, tá sempre acontecendo coisas, a câmera em constante movimento; é muito irritante! As cenas de ação são aceitáveis, naturalmente, mas o resto argh. O comic relief é horrível, as piadas são forçadas demais.

Se quer mais dessa opinião, veja os primeiros 10 minutos desse vídeo. Eles falam exatamente o que eu penso sobre o filme.


Nota 5

Meu Nome É Taylor, Drillbit Taylor (2008)

Título Original: Drillbit Taylor
Direção: Steven Brill
Roteiro: Seth Rogen e Kristofor Brown
País: EUA


Eh. Vi esse filme por ser relativamente fã do Owen Wilson e, principalmente, por Seth Rogen no roteiro. Vamos ao que interessa.

Os protagonistas desse filme, fora Owen, são 3 garotos nerds que são alvos de bullying na sua escola. Na verdade, eles acabaram de entrar pro High School e já estão sofrendo muito, todos os dias. Então eles decidem contratar um guarda-costas. E aí que Drillbit entra no jogo. Drillbit é um ex-militar cuja vida não lhe foi muito boa e atualmente é um, bem, mendigo. Quando vê a oportunidade de enganar uns garotinhos babacas, ele entra de cabeça. Claro, com o passar do tempo, ele vai acabando desenvolvendo uma relação de amizade com os garotos, o que lida a problemas morais e tudo mais.

Drillbit é um filme divertido. Infelizmente Seth Rogen (pelo que eu me lembre) não aparece, mas um dos amigos do Owen é o Danny McBride, que ganhou o meu eterno respeito pelo The Foot Fist Way. Enfim, dá pra dar umas risadas.


Nota 5.7

Monstros vs. Alienígenas (2009)

Título Original: Monsters x Aliens
Direção: Rob Letterman & Conrad Vernon
Roteiro: Maya Forbes & Walace Wolodarsky
País: EUA


A proposta do filme é simples. Uma invasão alienígena começa e, ao notar que todas as armas criadas pelo homem falham, eles resolvem usar um recurso que ninguém sabia da existência: monstros que existem na Terra.

Confesso que meu maior receio ao ver o filme era notar como eles iriam apresentar os monstros para a humandade, assim como para com o público do cinema. E não fizeram mal. Uma humana normal é exposta a fragmentos de um meteorito (um meteoro cai na cabeça dela, pra ser mais exato) e ela ganha poderes estranhos. Ela logo é capturada pela organização secreta e o filme começa a mostrar como é tudo lá, pelos olhos dela, que não sabe de nada. Isso fizeram bem.

É um filme divertido. Mas queria ter visto legendado, pra escutar as vozes de Jack Bauer, House, Dwight...

Nota 5.9

Busca Implacável (2008)

Título Original: Taken
Direção: Pierre Morel
Roteiro por: Escrito por Luc Besson e Robert Mark Kamen
País: França



Busca Implacável fala sobre (praticamente) o mesmo assunto de Albergue: tráfico de adolescentes turistas na Europa. Engraçado que é, na minha opinião, um assunto bem verídico e realista, e não se vê muitos filmes sobre isso por aí. Bom, bom turismo pra Europa certamente isso não traz.

Liam Neeson é um ex-espião americano que tem uma filha de 17 anos. A mulher dele, bem, ex-mulher, vive com um cara muito rico, o que só faz Liam pensar que ele é um pai fracassado, pois não consegue (conseguia) suprir os desejos da família. Então um dia, sua filha quer de presente uma viagem para França, com uma amiga de 18 (que consegue ser mais idiota do que a principal). Ele hesita, mas após impor várias condições, deixa a moça ir. Só depois ele nota que na verdade ela pretende passear pela Europa inteira.

Ele fica absurdamente preocupado e com razão. Logo depois de chegarem, elas dividem um táxi com um estranho, afinal, claro, é muito caro. Sabendo onde elas moram, pouco tempo depois, um grupo de 5 caras invadem o apartamento e raptam ambas. Liam acaba conseguindo falar com um dos caras no ato, por celular, mas, bem, ele estava em outro país, não havia nada que ele poderia fazer. Ao trocar algumas informações com seus antigos companheiros de trabalho, descobre que provavelmente foi obra de tal grupo. E a partir daí, é o esperado: ir atrás dos malditos.

E é exatamente isso que acontece. Sendo inteligente e absurdamente forte e ágil, as coisas vão mais ou menos de acordo com o planejado. Busca Implacável peca no mesmo fator que todos os filmes de ação falham, na minha opinião: não é exatamente o exagero de sempre matar os inimigos, mas é na quantidade desnecessária dessas cenas. Elas começam e poucos segundos depois você já está "Tá, eu sei que ele vai sair daí praticamente sem dano algum, andem logo com essa cena."


Nota 5.8

A Duquesa (2008)

Título Original: The Duchess
Direção: Saul Dibb
Roteiro por: Jeffrey Hatcher, Anders Thomas Jensen e Saul Dibb, baseado em livro de Amanda Foreman
País: UK/Itália/França


Meh.

Keira é uma pobretona que acaba se casando com Ralph Fiennes por ser bonita e tudo mais. Mas aí, quando sua função principal seria fazer um filho com ele, ela falha e lhe dá 3 filhas. E só aí os problemas começam a aparecer.

A Duquesa é totalmente comum e sem nada marcante. Ele será lembrado nos anos futuros como o "filme de época que a Keira Knightley fez".


Nota 5

Coração de Tinta - O Livro Mágico (2008)

Título Original: Inkheart
Direção: Iain Softley
Roteiro por: David Lindsay-Abaire, baseado em livro de Cornelia Funke
País: EUA/Alemanha/UK


Coração de Tinta tem uma proposta interessante. O protagonista tem o seguinte poder especial: toda vez que ele lê algo em voz alta, aquilo acontece. Na hora.

Infelizmente o filme não é muito bem trabalhado com essa idéia. Por vezes, fica muito confuso (por exemplo, quando isso acontece, pessoas saem do livro pro mundo real e vice-versa, mas às vezes isso não acontece) e não se incomodam em explicar muito bem.


Nota 5.1

O Dia em que a Terra Parou (2008)

Título Original: The Day The Earth Stood Still
Direção: Scott Derrickson
Roteiro por: David Scarpa baseado em roteiro de Edmund H. North
País: EUA


Keanu Reeves é um alien que vem à Terra salvá-la dos humanos. E essa frase basicamente resume o filme inteiro.

É chatinho e cheio de clichês.


Nota 5.2

Happy-Go-Lucky (2008)

Título Original:
Direção: Mike Leigh
Roteiro por: Mike Leigh
País: UK


O quê? Esse é um dos indicados a melhor comédia? Que decepção.

Happy-Go-Lucky, expressão britânica que remete àquelas pessoas que passam a vida sem se preocupar muito com as coisas, fala sobre uma moça chamada Poppy. That's it. Ela fala com estranhos, ri bastante, deixa muita gente irritada pelo seu jeito otimista, dá aula para crianças, vai à aulas de flamenco, essas coisas. É engraçadinho, mas achei bem chato.

Sobre as indicações: melhor comédia muito improvável, melhor atriz espero que não.


Nota 5.9

Hitman - Assassino 47 (2007)

Título Original: HItman
Direção: Xavier Gens
Roteiro por: Skip Woods
País: EUA/França


47 é daqueles caras que não tiveram vida; tiveram somente um duro treinamento para ser o assassino mais fodão do mundo.

Bom. A única coisa que diferencia Hitman de qualquer filme com essa mesma sinopse acima, é que ele é praticamente um robô. Analisemos: o que é mais legal? Um 007 com uma vida igual ao 007 ou um pelo qual as mulheres babam, mas não vê utilidade em fodê-las? Segunda opção, não?

Assexualismos a parte, a melhor cena do filme é quando ele invade um quarto de hotel para fugir e vê, na sala, dois caras jogando um tal de Hitman pra PS2.

Nota 5.7

A Loja Mágica de Brinquedos (2007)

Título Original: Mr. Magorium's Wonder Emporium
Direção: Zach Helm
Roteiro por: Zach Helm
País: EUA


Dustin Hoffman é um dono de loja de brinquedos meio lelé, mas um cara legal. Um dia ele compra muitos pares de sapatos, tantos que ele diz que são "pra vida inteira." Mas um dia ele chega no último par deles e decide que, para cumprir sua promessa, tem que morrer no tal dia. O problema fica com a Natalie Portman, o Mutante e a criança autista. Eles passam por muitos problemas, desde falta de auto-estima da Portman, e por aí vai.

O filme basicamente tem a mesma moral de Em Busca da Terra do Nunca: "uma coisa nunca é simplesmente só uma coisa." Um cubo de madeira não é apenas um cubo inútil; ele pode servir de apoio, de travesseiro (tem gosto pra tudo), de cadeira para anões, e muito mais. É tudo sobre a criatividade.

Por ser um filme que fala sobre criatividade, o que já não é algo tão criativo assim, a Loja Mágica deixa a desejar.

Nota 5.3